BNDES financia R$ 499 milhões para Piracanjuba construir fábrica no Paraná.
O BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social informou ter aprovado financiamento de R$ 499 milhões para o Grupo Piracanjuba construir uma unidade industrial em São Jorge D'Oeste, no Paraná. O projeto, que envolve um investimento total de R$ 612 milhões, permitirá a produção de whey protein e lactose em pó, produtos majoritariamente importados, além de queijo muçarela e manteiga. (Estadão).
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| Prédio BNDES - Divulgação |
BNDES financia R$ 499 milhões para Piracanjuba construir fábrica no Paraná.
O BNDES informou ter aprovado financiamento de R$ 499 milhões para o Grupo Piracanjuba construir uma unidade industrial em São Jorge D'Oeste, no Paraná. O projeto, que envolve um investimento total de R$ 612 milhões, permitirá a produção de whey protein e lactose em pó, produtos majoritariamente importados, além de queijo muçarela e manteiga. (Estadão).
A unidade industrial, que terá capacidade para processar 1,2 milhão de litros de leite por dia, terá duas plantas. A primeira permitirá a produção de até 39,6 mil toneladas anuais de queijo muçarela e 7,9 mil toneladas de manteiga.
Já a segunda será dedicada ao aproveitamento do soro de leite, subproduto da produção de queijos, para fabricar até 6 mil toneladas de whey protein e 14,8 mil toneladas de lactose em pó por ano.
A produção nacional de whey, que corresponde atualmente a apenas 15% do mercado interno, ganha força com a entrada em operação dessa unidade, ressaltou o BNDES.
Agro. Impulsionado pelo aumento percentual expressivo na exportação de carne bovina, que alcançou 56,8%, entre 2023 e 2024, o Paraná continua a liderar o segmento brasileiro de vendas internacionais de proteínas animais. No ano passado, o Estado contribuiu com 25,5% em volume das três principais carnes – bovina, suína e de frango – e com 17,9% em recursos arrecadados pelo País nas vendas externas. (Sistema Ocepar).
Adversidades. Mesmo diante de um ano que se mostrou desafiador para os agropecuaristas paranaenses, em razão principalmente das condições climáticas adversas, as carnes de frango, suína e bovina tiveram o poder comercial valorizado, exportando 4,8% a mais em 2024, comparativamente com o ano anterior.
Enquanto em 2023 tinham sido enviados para o exterior cerca de 2,276 milhões de toneladas, no ano passado foram 2,387 milhões. Com a valorização das carnes no mercado internacional, o valor recebido teve crescimento mais expressivo, de 8,4%. Dos mais de US$ 4,2 bilhões recebidos em 2023 subiu para US$ 4,6 bilhões em 2024.

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