Com consumo em alta, paranaenses devem gastar mais de R$ 539 bilhões em 2025.
As famílias paranaenses deverão gastar cerca de R$ 539,14 bilhões ao longo deste ano. É o que revela o anuário IPC Maps 2025, especializado há mais de 30 anos no cálculo de índices de potencial de consumo nacional. (Bem Paraná).
Na comparação com o ano anterior, quando os consumidores movimentaram R$ 493,6 bilhões, a expectativa é de um crescimento de 9,2%. Isso permitirá ao Paraná manter o posto de quinto maior mercado consumidor de todo o país. O estado é responsável por 6,6% do consumo nacional, estimado em R$ 8,15 trilhões para 2025.
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| Imagem: Reprodução - Bem Paraná. |
Especialistas apontam que a “melhoria dos níveis de emprego com carteira assinada proporcionou uma garantia de renda ao trabalhador, refletindo diretamente na escalada dos valores de consumo”. Isso explicaria porque, mesmo com a elevada taxa de juros e a alta da inflação, o cenário é de otimismo para o consumo.
Com relação aos hábitos de consumo, as preferências dos consumidores na hora de gastar seu dinheiro continuam sendo para a categoria de veículo próprio, cujas despesas devem somar R$ 73,07 bilhões em 2025, comprometendo 13,6% do orçamento familiar dos paranaenses.
Itens básicos são prioridades. Prova disso é que 21% dos desembolsos (R$ 113,26 bilhões) destinam-se à habitação (incluindo aluguéis, impostos, luz, água e gás). Na sequência, com 20,8% (ou R$ 112,4 bi) aparece a categoria “outras despesas”, que inclui serviços em geral, reformas e seguros, entre outros.
Os gastos com alimentação no domicílio, por sua vez, podem chegar a R$ 41,32 bilhões (7,7%). Além disso, os paranaenses também devem gastar outros R$ 19,39 bilhões com alimentação fora do domicílio, o equivalente a 3,6% do orçamento familiar. Outras despesas relevantes ainda são os gastos com materiais de construção (2,97% ou R$ 15,99 bilhões), medicamentos (2,6% ou R$ 14,13 bilhões), educação (2,57% ou R$ 13,87 bilhões) e higiene e cuidados pessoais (2,5% ou R$ 13,5 bilhões).
A fintech paranaense Bankme, especializada em crédito estruturado para médias empresas, foi reconhecida como o 18º negócio em expansão do Brasil no ranking anual divulgado pela BTG Pactual em parceria com a revista "Exame". (Gazeta do Povo).
Com sede em Londrina, a Bankme registrou um crescimento de 104% na receita em 2024, superando R$ 24 milhões em faturamento, com projeção de R$ 56 milhões para 2025. A empresa vem ganhando espaço no mercado com a oferta dos chamados Mini Bancos, estruturas simplificadas de fundos de investimento em direitos creditórios, voltadas a empresas com faturamento anual entre R$ 50 milhões e R$ 300 milhões.
Presente em 22 estados brasileiros e com atuação em 18 segmentos econômicos, a fintech já acumula mais de R$ 1 bilhão em volume operado e mais de R$ 300 milhões de capital sob gestão e tem como foco facilitar o acesso ao crédito estruturado, tradicionalmente burocrático e concentrado nas mãos de grandes instituições financeiras.
O Paraná registrou crescimento de 15,17% no saldo de empresas entre janeiro e julho de 2025 em comparação ao mesmo período do ano passado. O saldo considera a diferença entre o número de empresas abertas e das que foram baixadas. Neste ano, o período fechou com saldo positivo de 92.528 empresas, contra 80.338 empresas no ano passado. (Jornal do Oeste).
Se considerado apenas o número de empresas abertas, o crescimento é ainda maior, indo para 19,46% no comparativo anual. Entre janeiro e julho de 2025, foram registrados 220.598 novos empreendimentos, contra 184.656 no mesmo período de 2024. Somente em julho, surgiram 30.790 novos CNPJs, o terceiro melhor resultado do ano, atrás apenas de janeiro (40.021) e fevereiro (33.286).
Dos negócios abertos no Paraná, 74% correspondem a Microempreendedores Individuais (MEIs), 24,2% a sociedades limitadas (LTDA) e 1,47% à categoria Empresário. As demais modalidades somam menos de 1% do total.
Baixo risco. Entre janeiro e julho deste ano, 24.953 empreendimentos foram beneficiados com o Selo de Baixo Risco, sendo 14.363 na abertura de empresas e filiais e 10.590 em alterações de empresas. Levando em conta o total de 57.360 empresas abertas no Paraná no período (excluindo MEIs), o benefício alcançou 25,04% desses CNPJs.
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