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Sucessão vira campo aberto e expõe tensão na base de Ratinho Júnior

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Ratinho perde controle da sucessão no PR enquanto brinca de Planalto . Do blog do Esmael O governador Ratinho Junior (PSD) perdeu o controle da sucessão no Paraná enquanto estica, em Brasília e São Paulo, a fantasia de presidenciável. A política real, aquela que decide bancada, palanque e poder, ficou rodando solta em Curitiba, com aliados se engalfinhando e montando planos próprios para 2026. Crise A crise tem endereço, o Palácio Iguaçu não conseguiu arbitrar o nome do grupo e deixou três pré-candidaturas dentro do PSD disputando oxigênio. O secretário das Cidades, Guto Silva, aparece como preferido do mandatário cessante, mas a escolha não unificou a base. Ao contrário, virou combustível para o medo eleitoral de deputados que dependem de chapa forte para sobreviver. Esse pânico não é abstrato. No diagnóstico que corre entre governistas, uma candidatura que não agrega tende a reduzir a bancada e puxar a reeleição de muita gente para baixo. O Blog do Esmael já registrou esse ambiente...

A articulação antecipada pela sucessão no Paraná e o nome de Guto Silva no tabuleiro político.

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Anotações atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro , divulgadas pela imprensa nacional, indicam que o secretário estadual das Cidades, Guto Silva , surge como o nome preferencial para disputar o Governo do Paraná com apoio do atual grupo político no poder. Os registros fazem parte de um levantamento estratégico voltado à construção de palanques estaduais alinhados a um projeto presidencial, evidenciando como as disputas regionais permanecem diretamente conectadas ao cenário nacional. As anotações também indicam preferência clara pelo nome de Guto Silva dentro do espectro governista, mesmo diante da existência de outros poss íveis postulantes no PSD. Paralelamente, os registros revelam discussões internas no PL sobre a formação de candidatura própria no estado. Nesse ponto, aparece a resistência à hipótese de uma disputa do deputado federal Fernando Giacobo , atribuída a uma decisão da direção nacional da legenda sob comando de Valdemar Costa Neto . Guto Silva e Ratinho Júnior Do ponto ...

Motoristas que andam devagar na faixa da esquerda certamente devem conhecer o Art. 198 do CTB.

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Mesmo trafegando no limite de velocidade, motoristas que impedem a passagem podem ser autuados com base nas regras de fluidez do trânsito brasileiro. Se você acredita que estar no limite de velocidade permitido lhe dá o direito de permanecer na faixa da esquerda, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em 2026 traz um alerta importante: essa conduta é passível de multa. A legislação brasileira prioriza a fluidez e a segurança, estabelecendo que a esquerda é destinada exclusivamente a ultrapassagens e ao deslocamento de veículos de maior velocidade. Ignorar um veículo que solicita passagem, mesmo que você esteja a 100 km/h em uma via de 100 km/h, configura infração de trânsito. O entendimento das autoridades de trânsito e do Contran é que o papel do motorista não é fiscalizar a velocidade alheia, mas sim garantir que o fluxo não seja interrompido, evitando manobras perigosas de terceiros pela direita. O que diz o Artigo 198 do CTB sobre a faixa da esquerda A regra é clara e direta: deixar...

A epidemia dos "vereadores federais"

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Trocar a fiscalização do buraco na rua por "lacração" sobre o STF ou o Planalto é estelionato. O cidadão paga por um vereador, mas recebe um influencer de Brasília.   Do Congresso em Foco Vivemos uma crise de identidade no legislativo municipal brasileiro. Quem acompanha as sessões das Câmaras de Vereadores, seja nas capitais ou nos rincões do interior, tem a nítida impressão de que as fronteiras federativas foram dissolvidas. A tribuna, historicamente destinada a debater o plano diretor, a falta de médicos no posto de saúde ou a qualidade da merenda escolar, transformou-se em um estranho eco dos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. Estamos diante da epidemia dos "vereadores federais": políticos eleitos para cuidar do município, mas que vivem com a cabeça — e muitas vezes o orçamento de viagens — em Brasília. E isso não é exclusividade de uma cidade, é uma epidemia nacional. Na visão técnica da gestão pública, este fenômeno vai além da retórica política; e...

Da Guerra de Canudos aos Morros do Rio de Janeiro: Como soldados brasileiros criaram a primeira favela do país.

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A origem das favelas no Brasil está diretamente ligada às contradições sociais e políticas do final do século XIX, em um período marcado por profundas transformações nacionais. A recém-proclamada República ainda buscava consolidar suas estruturas institucionais enquanto o país enfrentava desafios urbanos, desigualdades sociais e a ausência de políticas públicas eficazes de habitação. Nesse contexto, nasceu no Rio de Janeiro aquela que viria a ser reconhecida como a primeira favela brasileira: o Morro da Providência. A ocupação do local remonta a 1897, quando soldados que haviam participado da Guerra de Canudos retornaram à então capital federal. A campanha militar na Bahia foi uma das mais sangrentas da história do Brasil e mobilizou milhares de combatentes. Ao regressarem, muitos desses homens esperavam receber os soldos atrasados e as moradias que lhes haviam sido prometidas pelo governo. No entanto, a realidade foi outra. Sem recursos, sem apoio institucional e sem um destino defini...

Governo do Brasil não aceita condição de "quintal" imposta pelos EUA e desagrada Donald Trump.

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A recente movimentação geopolítica envolvendo os Estados Unidos, China e países emergentes recoloca o Brasil em uma posição delicada, porém estratégica, no cenário internacional. A sinalização de que o país não aceita mais a condição histórica de “quintal” da política externa norte-americana começa a produzir efeitos concretos — e, ao que tudo indica, tem gerado desconforto direto na Casa Branca, especialmente no entorno político de Donald Trump. Assista o vídeo do canal do Professor Ricardo Marcílio abaixo. A criação de um grupo internacional com viés claramente anti-China, articulado pelos Estados Unidos e sem a participação do Brasil, não é um gesto meramente protocolar. Trata-se de um recado político. A ausência brasileira indica, ao mesmo tempo, uma tentativa de isolamento e uma reação à postura mais autônoma adotada pelo país em temas sensíveis para os interesses estratégicos norte-americanos. Nos últimos meses, o Brasil tem demonstrado disposição em contrariar a agenda de Washi...

Flávio Bolsonaro arma o tabuleiro no Paraná e tenta dar “xeque-mate” em Ratinho Júnior.

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Filho de Jair Bolsonaro e escolhido por ele para ser seu sucessor na disputa a presidência neste ano, Flavio Bolsonaro pode implodir Ratinho Júnior no Paraná. Governador viajou para a Disney e ficará por lá por 17 dias. O convite feito pelo senador Flávio Bolsonaro para que o senador Sérgio Moro se filie ao PL e se torne o candidato do bolsonarismo ao governo do Paraná não é um gesto isolado nem meramente protocolar. Trata-se de um movimento calculado, com forte peso político e estratégico, que mira diretamente o projeto nacional do governador Ratinho Júnior e a posição do PSD dentro da disputa pela direita no Estado. No xadrez político paranaense, Flávio Bolsonaro tenta dar "xeque-mate" em Ratinho Júnior Ratinho Júnior, ao se lançar como pré-candidato à Presidência da República por seu partido, adotou um discurso que, em diferentes momentos, sinalizou distanciamento do núcleo bolsonarista. Esse posicionamento foi interpretado por aliados do ex-presidente como um gesto de aut...